Cibersegurança já é prioridade estratégica nas organizações: saiba como se destacar nesse mercado

O tema da cibersegurança ultrapassou os limites técnicos dos setores de TI e deixou de ser um assunto restrito a e-mails internos ou a áreas mais operacionais. A proteção de dados já não é uma preocupação exclusiva de especialistas: tornou-se uma pauta recorrente, estratégica e transversal, que atravessa estruturas organizacionais e hoje aparece com naturalidade nas manchetes da imprensa mundial.

Nesse contexto, a cibersegurança passa a funcionar como um termômetro do nosso tempo. Não como metáfora alarmista, mas como um indicador concreto de instabilidade, capaz de elevar tensões internas, comprometer operações críticas e, em casos extremos, levar organizações inteiras ao colapso.

Embora os ataques digitais não sejam novos, eles passaram a operar em outra escala, com maior velocidade e ferramentas cada vez mais sofisticadas. Compreender e se antecipar a esse cenário exige profissionais capazes de articular teoria, prática e visão estratégica, aptos a transitar com fluidez entre tecnologia, gestão de riscos e decisões de negócio.

Diante desse cenário, listamos os principais desafios que fazem grandes organizações priorizarem profissionais especializados em cibersegurança:

  • Expansão da superfície de ataque

A digitalização contínua de processos, modelos de negócio e infraestruturas de TI expandiu drasticamente os pontos vulneráveis. O risco cibernético deixou de estar concentrado em sistemas centrais e passou a se espalhar por toda a organização.

  • IA como força ambígua

No Global Cybersecurity Outlook 2026, 94% dos respondentes apontam a IA como o fator que mais impactará a cibersegurança no curto prazo. A tecnologia fortalece a defesa (detecção, automação e resposta), mas também amplia ataques. Não por acaso, 87% classificaram as vulnerabilidades ligadas à IA como o risco cibernético que mais cresceu em 2025.

Formar profissionais capazes de ocupar esse lugar, técnico e estratégico ao mesmo tempo, é um dos maiores desafios para organizações que operam em ambientes digitais complexos. Não basta reagir a incidentes de segurança, mas também é preciso compreender a lógica que os produz, antecipar movimentos e construir sistemas mais resilientes desde a origem.

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  • Risco geoeconômico global 

Segundo o Global Risks Report 2026, do Fórum Econômico Mundial, 50% dos especialistas em risco projetam um cenário global turbulento nos próximos dois anos. A insegurança cibernética aparece entre os principais riscos no curto e no longo prazo, reforçando seu caráter estrutural para governos e empresas.

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  • Déficit de resiliência

O mesmo relatório indica que 23% das organizações do setor público e 11% do setor privado reconhecem ter capacidade insuficiente de resiliência cibernética — um dado que evidencia a distância entre a sofisticação das ameaças digitais e a maturidade das estratégias de defesa.

  • Escassez de talentos

Se pensarmos os ataques digitais como uma corrente, esses fatores são elos que se reforçam mutuamente. Mas toda corrente só se sustenta se houver estrutura — e é justamente aí que aparece a fragilidade mais evidente do ecossistema digital hoje: a escassez de talentos especializados em cibersegurança.

🎯 Profissionais capazes de interpretar riscos, prever cenários e transformar tecnologia em estratégia seguem sendo o recurso mais raro, e mais decisivo, para organizações que entenderam que segurança da informação é condição de existência.

Quando os riscos se tornam sistêmicos, a formação também precisa ser. A Especialização em Cibersegurança da CESAR School foi estruturada para profissionais que desejam assumir um papel ativo na construção de ambientes digitais mais resilientes, em uma instituição reconhecida como Centro de Competência em Cibersegurança pela Embrapii, por meio do CISSA.

“O mercado de trabalho em cibersegurança tem apresentado uma grande taxa de crescimento, exigindo cada vez mais profissionais capacitados na área. A nossa especialização fornece uma visão abrangente da segurança da informação, habilitando nossos alunos a atuarem na área e a se aprofundarem em tópicos específicos.” — Petrônio Júnior, coordenador do curso

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