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Linguagem de programação adequada é aquela que vai resolver seu problema

Qual a linguagem ideal para programação? A mais moderna, a mais eficiente? A resposta correta é: é preciso fazer a escolha certa para resolver o problema certo. “Mais do que focar em uma linguagem, é importante saber o que você está tratando e o que quer construir”, diz o Head of Cloud Computing at CESAR and Course Coordinator da CESAR School, Felipe Ferraz.

Sendo assim, existem algumas recomendações. Se o objetivo for uso na web, em páginas, interfaces gráficas, uma das mais adotadas é a Javascript. “Por outro lado, para fazer programação embarcada e programação de baixo nível, C/C++ são as mais amplamente adotadas. E se a gente estiver falando sobre as ‘modas do momento’, uma das mais comuns é a Python”, explica Ferraz.

Existem outras linguagens poderosas para trabalhar na área de análise estratégica de dados como, por exemplo, a linguagem R. Para mobile, existem as linguagens Java, para trabalhar com Android. no caso do sistema iOS, a mais usada é a Objetive-C. “A gente vê em diferentes semestres essas linguagens, mas o objetivo é sempre focar na  lógica de programação. Com ela, você entender qualquer linguagem”, ensina Ferraz.

Primórdios

Há 24 anos, quando o CESAR foi criado, a linguagem Java ainda era uma aposta e foi a opção no Centro de Informática da Universidade Federal de Pernambuco (CIn-UFPE). “Uma aposta para o cenário local, aqui não havia nada. Mas fora do ecossistema que existia no Nordeste, já era uma linguagem absurdamente conhecida. É preciso entender o contexto”, explica Felipe Ferraz.

Tanto é depois que a primeira turma de formou, nove meses após a inclusão da linguagem Java na grade curricular, todos os formandos foram contratados pela IBM. “Isso mostra que essa não foi uma decisão às cegas. Os professores que davam aula de Java sabiam que aquilo era o futuro, que lá fora já era uma realidade. E o CESAR virou referência em muito pouco tempo”,

Hoje, o CESAR é reconhecido pela qualidade dos desenvolvedores, dos engenheiros de software e já não existe mais uma linguagem mais usada, mas a mais adequada. Segundo Ferraz, quando “estoura” uma linguagem em alguma parte do mundo, rapidamente aparece alguém que saiba programar.

“O que se pode falar dessas fronteiras da programação: todo mundo fala, mas ainda não é tão tangível. Você não pega em Java”, diz Ferraz, afirmando que o palpável é o resultado da tecnologia. “Você tem a blockchain, muito usada para trabalhar criptomoeda, mas muitas outras coisas podem ser feitas e temos pesquisas nos cursos da CESAR School sobre isso. Você fala de data science como ciência e como se explora valor em cima de análise de dados. Será vivenciado em um futuro próximo”.

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