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Coração e cabeça na pesquisa: a capacidade de pensar é lição na CESAR School

“A pesquisa é o coração da CESAR School”, diz a consultora em Educação da instituição, Walquíria Castelo Branco, com a plena certeza de quem vê estudantes que, ainda que muitos jovens, entregam soluções reais ao mercado. Mais que isso, o método da School ensina a observação do problema, a busca frequente de soluções e que a inovação nunca terá limites. “Criamos uma cultura de não apenas esperar problemas prontos para procurar soluções, mas desenvolver um olhar de maior complexidade para a vida real, para o mundo, onde os problemas não vêm estruturados. Temos, então, a capacidade de fazer boas perguntas”.

O ensino da CESAR School é fortemente baseado em pesquisas, no raciocínio de um modus operandi de infindáveis resultados e na produção de conhecimento. “Seja nos projetos educacionais, nas pesquisas para fomentar políticas públicas, na graduação, mestrados ou doutorado, quando fazemos projetos, eles têm um impacto social muito grande. Olhamos a cultura de determinado contexto, detectamos problemas. Nossos projetos muitas vezes são baseadas em pesquisas de campo”, detalha Walquíria.

Nos cursos de graduação, Ciência da Computação e Design, as atividades são frequentemente interdisciplinares e conjuntas. Nos projetos, os alunos recebem um problema a ser resolvido, precisam fazer pesquisas, decidir métodos adequados, compreender o usuário e as necessidades do contexto. “Até a validação do protótipo e chegar à resolução, eles passam por pelo menos três estágios de pesquisa. São três status report que têm feedback público com professores e clientes. Penso que isso é o principal motor porque quando partimos de um problema desestruturado, como é a realidade, eles precisam lançar mão de vários conhecimentos: os que eles têm e os que ainda não têm”, ensina Walquíria.

A CESAR School é pautada pela metodologia Problem Based Learing (PBL – do português Aprendizagem Baseada em Problema), que norteia uma série de projetos voltados a soluções reais e, dentro deles, ciclos de design e inovação que envolvem pesquisa em várias fases.

“A primeira etapa de pesquisa é voltada para empatia, imersão no problema e definição das hipóteses. Isso é feito com pesquisas com o usuário final do projeto, definição de personas. Continuando, seguem as etapas de prototipação e teste da solução e mais pesquisas são realizadas. Então, esse ciclo é rodado semestralmente dentro da disciplina de Projetos e, eventualmente, outras cadeiras pedem isso. A gente tem ainda mestrado de Design, onde muitas pesquisas são realizadas, algumas em parceria com empresas que são ligadas ao CESAR”, explica Helda Barros, professora do curso de Design da School.

O principal diferencial da pesquisa realizada dentro do CESAR é abraçar a academia e o mercado, unindo teoria e prática profissional. “Temos o diferencial de antes de desenvolver as soluções, entender reais necessidades dos usuários, entender como a gente pode ajudar a solucionar problemas reais, problemas que, de fato, tenham impacto sobre empresas e pessoas. Mostramos que a pesquisa faz parte do desenvolvimento e traz soluções muito mais efetivas”.

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